Enjoying Jobs: Diferenças entre CV Brasileiro e Irlandês

Continuamos aqui na luta para te ajudar a se destacar na hora de conquistar um emprego na Irlanda – deixando os concorrentes desavisados lá no fim da fila do pão. De antemão, já te alertamos sobre esse post: prepara! porque ele traz as dicas mais importantes ever e ele vai te mostrar porque é preciso mudar velhos hábitos ao redigir um currículo na Europa.

Pra começar, depois de ter seguido a dica do post da semana passada e investido num curso de barista etc de sua preferência, você precisa se perguntar: pra que vaga quero me candidatar? Que experiências eu tenho nessa área específica?

Tá aí meio caminho andado pra atingir seu alvo, porque ao responder essas perguntas você consegue colocar no seu currículo só o que é interessante o recrutador saber e não tudo o que você estudou, trabalhou, inventou na vida como a gente costuma fazer no Brasil. “Eu levei muito tempo pra entender que eu tinha que me atualizar primeiro para a nova realidade mercadológica (a irlandesa). Depois disso, escolher o que colocar no currículo foi mais natural porque eu sabia qual a área, qual posição e em que empresas eu gostaria de trabalhar”, conta Marcos Albino, que hoje é garçom em um restaurante francês de Dublin.

O gerente da JobHuntClub, Cássio Lacerda, explica que “o currículo irlandês é extremamente focado, enquanto o brasileiro é generalista. Por exemplo, no Brasil se você for contador, você vai colocar no seu currículo que foi contador em uma farmácia, num escritório, num hotel… Já na Irlanda você só é considerado especialista na área se foi contador em várias farmácias diferentes, numa rede de farmácias e por aí vai”.

Outro ponto crucial pra apresentar um currículo atraente é descrever seu perfil profissional em terceira pessoa, num resuminho básico com no máximo 5 linhas pra não cair na pilha de currículos não lidos por terem muito blábláblá , e se tiver feito trabalho voluntário pode citar, pois é uma experiência muito bem vista no mercado irlandês aposta nisso que é sucesso.

E tem mais uma coisa, contar com uma ajudinha pra criar pelo menos seu primeiro currículo em inglês pode fazer a diferença. Para o Marcos Albino, fez. Apenas 3 semanas após fazer um workshop de CV, ele conseguiu o primeiro emprego na Ilha Esmeralda. Para ele, “investir em suporte é investir em networking especializado. As chances aumentam consideravelmente quando se tem uma rede de contatos na área que você está buscando seu trabalho”.

Investindo bem, o retorno positivo vem!

Se precisar de mais uma forcinha, é só procurar a equipe da JobHuntClub:

facebook.com/jobhuntclub/ ou jobhuntclub.com/

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